Trabalhos e Pesquisas

Objetivos: Analisar a resistência mecânica de 13 tipos de cimentos ósseos acrílicos comercializados em nosso país, testando suas propriedades físicas de resistência às forças de tração e de flexão e comparar a resistência dos cimentos ósseos sem antibiótico com seus similares com antibiótico. Método: Foram confeccionados corpos de prova de acordo com a norma regulamentadora vigente (ISO 5833 e ISO 527), utilizando os parâmetros Weibull, onde, para se obter resultados dentro do limite mínimo de erro aceitável de 5%, o número de espécimes testados deve ser de 7 a 11 corpos de provas. Foram selecionamos nove corpos de prova para cada marca. Os testes de tração e de flexão foram realizados no Departamento de Materiais da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo - SP com a máquina de ensaio universal Riehle modelo Fs-5, com capacidade de 2.400 kg e com velocidade de 0,02 a 2 polegadas/segundo. Foram anotadas a força (MPa) no momento de fratura dos nove corpos de prova para cada cimento, assim como a média e desvio padrão para o teste de tração e flexão. O estudo estatístico foi realizado pelo teste de contraste de Tukey e pelo teste da análise de variância comparando-se as médias das amostras de cada cimento utilizado. Resultados: Observamos diferença significante entre as amostras selecionadas neste trabalho e diminuição significante na resistência mecânica das amostras que continham antibiótico na sua fórmula original em comparação com seus similares sem antibiótico. Conclusões: Os cimentos ósseos apresentaram diferenças significantes quanto à resistência mecânica à tração e à flexão. A presença de antibiótico na composição original dos cimentos ósseos diminuiu significantemente a resistência mecânica nos testes de tração e flexão.

As lesões da cabeça longa do tendão bicipital (CLB) são comuns na prática clínica e podem ter causas degenerativas, inflamatórias, instabilidades (subluxação ou luxação) ou traumáticas. Geralmente, elas estão associadas a outras doenças do ombro, principalmente a lesões do manguito rotador. Atualmente, existem controvérsias quanto às indicações dos tratamentos cirúrgicos e à escolha da melhor técnica para cada caso, devido à possibilidade de deformidade estética, perda da força muscular e dor residual.

RESUMO

Este trabalho é a apresentação de um novo acesso cirúrgico para o tratamento das lesões da articulação acrômio-clavicular sem manipular o músculo deltóide.
Este acesso cirúrgico foi realizado em cadáveres (5) do S.V.O. do município de São Paulo e no H.S.P.E.. Utiliza-se uma incisão em sabre, na região póstero-superior do ombro, afastando-se, então, o músculo trapézio de sua inserção clavicular. Visibiliza-se, assim, o músculo supra-espinhal e a base do coracóide. Fixam-se 2 âncoras com fios (Ethibond n5) na origem dos ligamentos conóide e trapezóide no coracóide. Perfura-se (3 furos) a clavícula na direção súpero inferior no local da inserção clavicular destes ligamentos. Transfixamos e amarramos os fios reduzindo, assim, a luxação acrômio-clavicular. Suturamos a pele após reinserir o trapézio e a fáscia delto-trapezoidal.Como resultado obtivemos uma redução anatômica em todos os casos. Acreditamos ser esta técnica uma boa opção cirúrgica, pois corrige a luxação acrômio clavicular sem desinserir e manipular o deltóide. Evitamos ainda a anteriorização da clavícula que freqüentemente ocorre nas cerclagens do processo coracóide. Caso exista necessidade ainda é possível uma via anterior, tipo a cirurgia de Weaver-Dunn.

Descritores: articulação acrômio-clavicular/cadáver/ombro/clavícula/cirurgia

O manguito rotador é formado por quatro músculos: o supra-espinhal, o infra-espinhal, o subescapular e o redondo menor. Codman, em 1934, descreveu uma região hipovascularizada no tendão do músculo supra-espinhal próximo à sua inserção. Em 1972, Neer descreveu a síndrome do impacto como sendo o impacto do tubérculo maior contra o arco coracoacromial (acrômio, ligamento coracoacromial, articulação acromioclavicular).(1 )

Os autores relatam o caso de um paciente com artropatia ocronótica. A ocronose é uma doença rara, de herança autossômica recessiva, manifestação clínica da alcaptonúria. O paciente apresenta clinicamente dor crônica lombar, fraqueza e limitação funcional dos ombros e joelhos, associada a urina de cor escura. O objetivo do tratamento ortopédico é o controle da dor e melhora das funções das articulações acometidas, realizando cirurgias quando necessário.

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