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Pediátrica

Você sabia que as lesões esportivas em crianças são muito mais comuns do que se imagina? Além de causar imobilidade temporária, entre outros problemas físicos, o agravamento pode atingir diretamente na qualidade de vida do jovem. Por isso pais, responsáveis e profissionais da saúde devem se atentar a precauções durante uma partida ou exercício específico.

lesoes esportivas em criancas

O que é

Pouco se fala sobre o tema, mas as lesões esportivas em crianças são mais comuns do que se possa imaginar. Ainda mais no Brasil, um país majoritariamente esportivo, com destaque ao futebol, grande paixão nacional.

Os pequenos, portanto, praticam essa e outras modalidades cada vez mais cedo. O que pode ser importante para o estímulo de um adulto fisicamente ativo no futuro, por outro lado também pode causar certas lesões físicas.

Antes mesmo da puberdade, o corpo da criança está mais vulnerável para atividades de alto desempenho, mesmo nos esportes coletivos como futebol, futsal, voleibol e handebol (modalidades mais praticadas no Brasil). Em virtude da própria maturação do sistema musculoesquelético dos pequenos, a prática regular, se não acompanhada por profissionais, pode causar sérias lesões devido à vulnerabilidade de seus corpos.

Em médio prazo, a vida esportiva dessa criança poderá ser comprometida, já que as lesões podem refletir por toda vida. Portanto, o mais cabível para o responsável da criança é buscar o auxílio de um médico ortopedista e, posteriormente, de um fisioterapeuta de confiança.

Efeitos das lesões

Com a suspensão temporária da atividade, em detrimento de uma lesão específica, a criança pode ser afetada tanto fisicamente como de forma psicológica. O pequeno atleta poderá se sentir desmotivado, com déficit no rendimento escolar e até baixa autoestima. Afinal, mesmo se tratando de um agravante contornável, a maturidade de um jovem atleta ainda não compreende certas mudanças. Por isso o acompanhamento psicológico também pode ser necessário.

Um fenômeno bastante observado é dos pais, ou responsáveis em geral, que estimulam a atividade física em meninos e meninas acima do peso. Seja com o intuito do emagrecimento, ou simplesmente o incentivo à atividade física, crianças obesas tendem a sofrer lesões esportivas com facilidade. Ainda mais aquelas em que não demonstram aptidão para esportes ou ainda não tiveram suas habilidades motoras totalmente desenvolvidas. Tanto uma lesão quanto uma fratura óssea poderão ser empecilhos para a prática esportiva até a vida adulta.

Tipos de lesões

Existem dois tipos de lesões que mais acometem as crianças. A lesão aguda, majoritariamente sofrida durante a prática de esportes coletivos. São elas as contusões, entorses e fraturas.

E o segundo tipo são as lesões por excesso de uso, ou seja, aquelas relacionadas às atividades que despendem tipos de esforços específicos, tais como saltos ou movimentos bruscos com os braços. Comumente ocorrem durante a prática de esportes como vôlei e basquete.

Lesões no futebol

Como é o esporte mais praticado entre as crianças, o futebol merece uma atenção especial quanto a seus tipos de lesões.

Antes de colocar uma criança para praticar regularmente esse tipo de esporte é preciso considerar alguns fatores. Primeiro, se já existe algum histórico de lesão. Segundo, se o grau de habilidade esportiva é compatível com a intensidade de treinos que será estipulada.

No primeiro caso, é importante conhecer o histórico de lesões já que a predisposição para ser acometido por uma nova fratura ou entorse aumenta em até três vezes.

Dependendo da intensidade das lesões no futebol, a criança ou adolescente pode sofrer com sequelas irreparáveis, sobretudo, durante a fase de crescimento.

O joelho também precisa ser avaliado por um profissional antes da prática esportiva. Esse teste é realizado por meio de um questionário chamado Knee Injury and Osteoarthritis Outcome Score (KOOS) que revela o risco real daquela criança sofrer, ou não, com algum tipo de problema na articulação.

Outro alerta que se faz antes da realização de um treino ou partida de futebol, é que a criança realize um aquecimento neuromuscular, capaz de restringir os incidentes por lesão em até 64%.

Lesões em outras modalidades

No basquete, as tensões no ângulo do joelho são mais comuns nas meninas. Portanto, crianças do sexo feminino tendem a sofrer mais impactos no corpo durante a prática do basquete, se comparado com os meninos. Isso se deve à pressão exercida pelas pelves ginecoides sobre o joelho. Além do mais, praticantes de basquete independentemente do gênero, podem eventualmente ser acometidos por entorses de tornozelo e distensões musculares.

No handebol e no vôlei, as lesões mais comuns são as de entorse e de tendinopatia. Os ombros, tornozelos e joelhos são as áreas mais castigadas durante essas práticas esportivas.

Precauções

Por isso, todos os cuidados para evitar as lesões devem ser mensurados por profissionais. O planejamento das atividades e a respectiva carga devem ser pensados antecipadamente. Recomenda-se também que o tipo de atividade escolhida pela criança não sobrecarregue apenas uma função motora do corpo.

Durante uma partida de futebol, ou jogo de basquete, caberá ao adulto orientar o uso adequado do equipamento, bem como a postura durante a recreação.

Com todos os cuidados necessários e acompanhamento profissional é possível evitar lesões que possam comprometer a qualidade de vida de uma criança, que está em processo de crescimento.

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